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Giftback ou cupom de desconto: qual traz o cliente de volta

Giftback é recompensa pela compra paga; cupom é oferta para provocar a próxima. Veja quando usar cada um sem queimar margem, inclusive na Black Friday.

Giftback é uma recompensa pela compra que já aconteceu: parte do pedido pago volta como crédito, que só vale na próxima compra, depois de uma carência e até uma data. Cupom é uma oferta para provocar uma compra que ainda não aconteceu. Para trazer de volta quem já comprou sem queimar margem, o giftback é o ponto de partida, porque só existe depois de uma venda e só é usado em outra. O cupom fica como empurrão, e só para quem costuma comprar com desconto: quem compra a preço cheio não precisa dele para decidir.

Giftback e cupom lado a lado

Giftback Cupom de desconto
O que é Crédito gerado por uma compra paga Desconto oferecido para provocar uma compra
Quando nasce Depois do pedido pago Antes da compra, junto da mensagem de venda
Valor Percentual do pedido, com piso, teto e arredondamento Fixo ou percentual, definido pela loja
Quando vale Depois de uma carência, até a data de validade Com prazo curto, nas jornadas da ztgrowth
Para quem Todo cliente que comprou Recortado: quem costuma comprar com desconto
Compra mínima Proporcional ao crédito Opcional
Mensagens Aviso do crédito, aviso de que liberou, lembrete antes de vencer O código vai na mensagem de venda, como empurrão
Categoria do template na Meta Marketing Marketing
O que protege a margem Só existe após uma venda; um por cliente; não nasce de compra paga com giftback Ir só para quem depende de desconto

Os dois saem como template de marketing: basta um código de desconto na mensagem para a Meta classificar assim (é o critério da Meta para separar marketing de utilidade).

Quando usar giftback

Use o giftback quando o objetivo é a próxima compra de quem acabou de comprar, sem baixar o preço da loja. Ele cria um motivo com prazo para voltar e exige uma compra nova para ser usado.

O que faz o giftback funcionar sem virar desconto permanente são as regras dele:

  • Carência. O crédito libera dias depois do pedido, não no mesmo carrinho.
  • Validade a partir da liberação. É o prazo que cria a urgência do lembrete.
  • Compra mínima proporcional. No modelo pronto da ztgrowth, quatro vezes o valor do crédito. Quanto maior o crédito, maior o pedido em que ele vale.
  • Um em aberto por cliente. Se ele comprar de novo antes de usar, fica o de maior valor. Dois códigos confundem o cliente, e a Shopify não soma os dois.
  • Sem corrente. Compra paga com giftback não gera outro giftback.
  • Devolução. Pedido devolvido inteiro cancela o crédito. Devolução parcial mantém, porque o cliente ficou com parte do pedido.

A comunicação também é diferente da de uma oferta. A jornada Giftback avisa quanto o cliente ganhou e quando libera, avisa quando o crédito começa a valer e lembra cinco dias antes de vencer, só para quem ainda não usou. Se ele estiver conversando com o agente ou tiver uma reclamação aberta, o aviso espera duas horas em vez de ser cancelado, porque o crédito já existe e ele precisa saber.

Quando usar cupom

O cupom serve para encurtar uma decisão, não para ensinar o cliente a esperar promoção. Nas jornadas da ztgrowth, ele nunca é a primeira mensagem, e o histórico do cliente decide quem recebe.

Cupom só para quem compra com desconto

O critério é o histórico do próprio cliente: a parcela das compras dele que usou cupom. Quem usou cupom em até metade das compras é tratado como comprador a preço cheio e recebe a mesma mensagem sem código. Quem passa disso recebe o código com prazo. Quando a loja ainda não tem essa leitura, a régua manda o cupom, como sempre fez.

Esse recorte aparece em três jornadas:

  • A segunda compra (D+21 da primeira). Uma curadoria do que combina com o que a pessoa levou. Com cupom de prazo curto só para quem compra com desconto. É a mesma lógica da régua pós-compra.
  • Antes do silêncio. Primeiro uma pergunta sem oferta para quem o modelo de risco aponta como prestes a sair; o incentivo, de prazo curto e uso único, vem só no segundo toque.
  • Winback. A primeira mensagem é a novidade da loja, sem desconto. O cupom com prazo vai doze dias depois, só para quem ignorou a novidade e costuma comprar com desconto.

Oi, {{nome}}! Aquela novidade que te mostrei ainda está aqui, e separei um código para você: {{cupom}}, válido até {{validade}}.

Cupom na sacola e na conversa

Fora das réguas, o cupom aparece em dois momentos da compra conversada:

  • Faixa de benefício da sacola. A loja define um valor de carrinho e um código. Quando a sacola atinge a faixa, o código entra sozinho. Com mais de uma faixa atingida, vale a maior, que é a que o cliente conquistou. Aqui o cupom puxa ticket, não recompra.
  • No link do checkout. Quando o agente aplica um cupom na conversa, o código vai junto no link encurtado até o checkout, e o cliente chega lá com o desconto aplicado.

Na faixa da sacola, o código é um cupom da própria loja, escolhido por ela. Já o giftback e os cupons emitidos nas réguas, para lojas Shopify, saem exclusivos nos modelos prontos: gerados na própria Shopify para um cliente só e desativados quando deixam de valer, sem código genérico circulando (veja a integração com a Shopify).

Giftback e cupom na Black Friday

As duas coisas convivem, com papéis diferentes. Se a loja abre uma oferta para toda a base na Black Friday, essa é a vez do cupom. O giftback trabalha o depois: o crédito dos pedidos da promoção só libera depois da carência, então, com uma carência maior que a promoção, ele só pode ser usado quando ela acabar, e numa compra mínima proporcional. E compra paga com giftback não gera outro.

O erro mais caro é o contrário: mandar cupom na primeira mensagem de todas as réguas do mês para toda a base. Quem compraria a preço cheio aprende a esperar o código.

Erros comuns

  • Cupom na primeira mensagem do winback. Desconto logo de saída ensina o cliente a esperar desconto.
  • Cupom para a base inteira. Quem compra a preço cheio leva o desconto sem precisar dele.
  • Giftback sem lembrete. O crédito vence sem o cliente lembrar que tinha.
  • Dois giftbacks abertos para a mesma pessoa. Confunde o cliente e não soma no checkout.
  • Tratar giftback como oferta. Ele é a consequência da compra. Cortar o aviso porque o cliente está conversando deixa um crédito que ninguém avisou.

Perguntas frequentes

Giftback dá prejuízo?

Ele tem custo, como qualquer desconto, mas as regras limitam esse custo: só nasce de uma venda paga, pode ter teto e compra mínima, é um por cliente e não nasce de compra paga com giftback. E só é usado se houver uma compra nova.

Como saber quem compra com desconto?

Pelo histórico de cada cliente: quantas das compras dele usaram cupom. Quem usou em mais da metade é tratado como sensível a desconto e recebe o código. Quem usou em até metade recebe a mensagem sem código.

O que acontece com o giftback se o cliente devolver o pedido?

Devolução total cancela o crédito. Devolução parcial não mexe nele, porque o cliente ficou com parte do pedido.

Mensagem de giftback pode ser template de utilidade?

Não. A mensagem leva um código de desconto, e qualquer traço de promoção torna o template marketing.

Posso usar giftback e cupom ao mesmo tempo?

Pode, com papéis diferentes. O giftback é para todo cliente que comprou e trabalha a recompra. O cupom entra como segundo toque nas réguas de reativação, só para quem costuma comprar com desconto, ou como benefício por faixa na sacola.


Quer o giftback e as réguas de recompra rodando no WhatsApp da sua loja? Fale com a gente.

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