Toda vez que a Meta mexe no modelo de cobrança, o mercado reage do mesmo jeito: abre planilha,
corta volume, pausa campanha e passa o trimestre defendendo orçamento. É uma reação legítima.
E é a menos interessante de todas.
Porque a mudança de preço não é o acontecimento: ela é o sintoma. O sintoma de
um canal que deixou de ser o lugar onde a marca avisa e virou o lugar onde a marca vende. Quando
isso acontece, a régua muda: não se mede mais quantas mensagens saíram, se mede quanto cada
conversa devolveu.
Quem enxergar isso como um problema de custo vai passar o próximo ano cortando. Quem enxergar
como um problema de arquitetura vai passar o próximo ano crescendo, com menos mensagem e mais
receita.
No dia 01 de outubro, a gente mostra qual dos dois caminhos escolheu. E o que
construiu para isso.
O custo por mensagem virou uma linha do seu CAC. A pergunta não é quanto ela custa: é quanto ela devolve.